1
Abril
2010
A busca por melhores condições de vida para a sociedade e a necessidade de implantação de novos modelos de desenvolvimento fortaleceram o papel da educação ambiental enquanto ferramenta para a transformação de conceitos e aquisição de hábitos mais saudáveis da população em relação ao meio ambiente.
Essa nova perspectiva de educação popular encontrou respaldo entre outras esferas de ação e nesse sentido tornou-se objeto de parceria entre a Saneago e Secretaria Municipal de Saúde, através do Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental que desloca quatro monitoras, duas vezes por semana, para que realizem programa de prevenção e combate à dengue, utilizando para isso palestras educativas, filmes sobre o tema e teatro de fantoches na sede da Escolinha do Saneamento Jornalista Washington Novaes que abre um novo espaço na sua programação de rotina.
A preocupação diante do crescimento de novos casos da doença cria nos educadores o dever de esclarecer seu público, que no caso em questão tem grande poder de multiplicação: estudantes de primeiro e segundo graus das escolas agendadas na Escolinha, o que significa mais de duzentas pessoa por dia. Os alunos demonstram grande interesse levantando vários questionamentos e aplaudindo com entusiasmo a apresentação que enfoca aspectos relevantes da dengue, de forma lúdica e responsável.
O Programa de Educação Ambiental da Escolinha do Saneamento, criado e desenvolvido pela Empresa Saneamento de Goiás S/A - responsável pelo tratamento de água e esgoto no Estado de Goiás - foi iniciado em outubro de 2001 e até esta data contabiliza a visita de mais de 240 mil pessoas, procedentes de 4.200 instituições.
Os resultados colhidos ao longo desse período vão além da expectativa inicial e podem ser demonstrados pela multiplicação de atividades inspiradas no modelo criado pela Escolinha e também pelo grande interesse despertado entre seu público preferencial, sendo que em muitos casos uma instituição procura visitar o projeto mais de uma vez por ano, trazendo estudantes de diferentes níveis de idade.
A educação sanitária e ambiental, nesse contexto, representa a possibilidade de inserção de novos mecanismos, formas e caminhos que levem a sociedade à sensibilização a respeito das questões ambientais mais prementes com que nos defrontamos na atualidade e que sinalizam claramente para a necessidade de profundas reflexões e urgentes mudanças em nossos padrões de consumo claramente predatórios, irracionais e perversos.
escolinha
Escolinha de Saneamento
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7
Maio
2009
SEMINÁRIO DE PRÁTICAS EDUCATIVAS
Data: 19 de junho de 2009 – das 8 às 17 horas
PROGRAMAÇÃO MATUTINA
8:00 horas - Abertura e apresentação do Projeto de Educação Ambiental da Escolinha do Saneamento.
Palestrante: Aparecida Maria Rodrigues da Cunha – Bióloga, especialista em Educação Ambiental pela UCG, Coordenadora da Escolinha do Saneamento.
Vídeo “Do Lar ao Rio”
8:30 - Competências da Gerência de Educação Ambiental da Semarh
Palestrante: Josimeire do Nascimento Leão – Administradora em Marketing, Gerente de Educação Ambiental da Semarh.
9:00 - Projeto de Educação Ambiental da AMMA para Goiânia
Palestrantes: Regina Célia de Miranda Cruz – Gerente de Educação Ambiental da AMMA e Sônia Regina de Faria Felipe, coordenadora pedagógica.
9:30 – Carta de Responsabilidades Ambientais de Goiás
Palestrante: Rosemeire Aparecida Mateus – Especialista em Educação Ambiental, Coordenadora do Núcleo de Educação Ambiental da Secretaria Estadual da Educação.
10:00 horas – Intervalo/Apresentação do filme Planeta
10:15 – As ações de Educação Ambiental nas escolas do SESI/DR/GO
Palestrante: Selva Oliveira de Araújo Almeida – Pedagoga,gerente de Educação da Rede SESI da Federação das Indústrias do estado de Goiás.
10:45 às 11:45 – Apresentação dos Projetos de Educação Ambiental das Escolas Selecionadas pela Comissão do Seminário
12:15 horas – Almoço na Escolinha.
PROGRAMAÇÃO VESPERTINA
13:00 horas –Tratamento da Água: uso e desperdício
Palestrante: Luciana de Souza Melo Machado – Bióloga, técnica em Saneamento pelo CEFET Coordenadora de água tratada do Sistema João Leite/Saneago
Filme: Universidade da Água
13:30 – Proteção de Mananciais de Abastecimento Público
Palestrante: Mariusa Aparecida Lima Santos - Técnica em Edificações, com aperfeiçoamento em Gerenciamento Ambiental
14:00 horas: Rede de Educação e Informação Ambiental
Palestrante: Diogo Damasceno Pires -Educador Social da Secretaria Municipal de Assistência Social de Goiânia, acadêmico de Ciências Sociais na UFG, articulador do Coletivo Jovem de Meio Ambiente de Goiás, membro da Secretaria Executiva da REIA.
14:30 – Tema: Tratamento de Esgotos
Palestrante: Marisa Pignataro de Sant’Anna – Engenheira civil e pós graduada em Saúde Pública para Engenheiros na Fundação Osvaldo Cruz; especialista em Tratamento de Resíduos Sólidos e Líquidos; gerente de tratamento de esgotos da Saneago.
15:00 horas – Intervalo para lanche/Apresentação do Teatro de Fantoches
15:15 às 16:45 Apresentação dos Projetos de Educação Ambiental das Escolas Selecionadas pela Comissão do Seminário
17:00 horas – Encerramento
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1
Abril
2009
A Escolinha do Saneamento Jornalista Washington Novaes comemorou seus 7 anos de atividade ininterrupta no dia 21 de outubro do ano passado. Durante o período recebeu mais de 212 mil visitantes, entre estudantes, professores e grupos de profissionais diversos que participaram da nossa programação onde são oferecidas palestras, exibição de filmes e vídeos, apresentações de teatro de fantoches, oficinas pedagógicas e mini-cursos de capacitação. Além disso, desenvolvemos várias atividades externas, atendendo às solicitações de escolas, creches, empresas, projetos de parcerias e associações de bairro.
Ao longo dessa trajetória, nosso projeto inspirou e motivou a implantação de inúmeros outros, pautados por temas como água, esgoto, mananciais, saneamento básico/ambiental e lixo, muitos já contabilizando resultados. Por entender a importância dessas ações, pretendemos realizar no final do semestre um Seminário de Práticas Educativas para reconhecimento e apresentação de projetos de educação ambiental já implantados, tendo como público alvo os professores das redes pública e particular de ensino.
Por esse motivo estamos enviando questionários às escolas que, depois de preenchidos, devem ser endereçados à Escolinha do Saneamento Jornalista Washington Novaes ( Avenida Perimetral s/nº , Setor Goiânia II, Goiânia, Goiás – CEP: 74.665-510), acompanhados de cópias dos projetos (padronizados em 4 laudas, espaçamento simples, contendo apresentação, objetivos, metodologia e resultados alcançados) e ainda artigos, pesquisas e fotos.
A participação de todos é fundamental e nesse sentido aguardamos o material solicitado. A data e programação do Seminário de Práticas Educativas serão divulgados neste espaço.
Até lá!
Postado por Yêda Marquez
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Escolinha de Saneamento
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28
Fevereiro
2008
A equipe da Escolinha do Saneamento Jornalista Washington Novaes estará oferecendo um curso de capacitação destinado a professores e alunos de graduação interessados em implantar projetos de educação ambiental nas escolas.
A primeira etapa do curso, com carga de 8 horas,será realizada no dia 17 de março, na Escolinha do Saneamento, localizada na Av. Perimetral, setor Goiânia II e constam da programação os seguintes eixos temáticos:
I -Fundamentos da Educação Ambiental – Yêda Marquez (jornalista, especialista em Educação Ambiental).
Ementa: abordagem do histórico da Educação Ambiental no Brasil e no mundo, seguida de apresentação do Programa da Escolinha do Saneamento Jornalista Washington Novaes e sua replicabilidade em outros espaços.
Atividades complementares para implantação do projeto: Oficina de Educomunicação; coleta seletiva de lixo; compostagem; limpeza da caixa d’água.
Filme: Do lar ao Rio e Projetos de Educação Ambiental (Atta Mídia).
II- Consumo responsável – Divina Lúcia – (Técnica em Saneamento e especialista em Educação Ambiental).
Ementa: Um dos mais graves problemas relacionados ao meio ambiente refere-se ao consumo e descarte de materiais; demonstração de utilização do material de apoio.
Filme: Aterro sanitário
III- Dinâmicas, teatro de fantoches, oficinas e jogos interativos aplicados à educação ambiental – Lectícia Emmanuelle (Bióloga e técnica em saneamento).
Ementa: As práticas são ferramentas importantes para a implantação do projeto; são essencialmente motivadoras e por isso promovem o interesse dos participantes.
Apresentação teatral: A princesa Sapa
IV- Água e saneamento – Aparecida Domingues da Cunha (bióloga, especialista em Educação Ambiental).
Ementa: Saúde e qualidade de vida nos centros urbanos estão diretamente ligadas ao abastecimento de água e tratamento de esgoto.
Os interessados em participar poderão se inscrever gratuitamente, através do telefone da Escolinha: (62)3522-2722.
Postado por Yêda Marquez.
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Educação, Leitura
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28
Fevereiro
2008
Caros educadores!
Aproveito este espaço para convidar a todos para o I Salão do Livro Infantil e Juvenil de Goiás que será realizado de 02 a 06 de abril próximo, no Centro de Convenções de Goiânia.
Trata-se de um evento que nenhum de nós pode perder. Na programação, palestras com autores famosos, oficinas super interessantes, exposições fantásticas, Festival de histórias, causos e poemas, além do 9º Simpósio de Literatura Infantil e Juvenil, promovido pela Universidade Federal de Goiás.
Para outras informações e para fazer a inscrição, basta acessar o site: www.salaodolivrogoias.com.br
ou ligar para Cya de Eventos (62)3941-8307.
Nós, da equipe da Escolinha do Saneamento Jornalista Washington Novaes, estaremos lá com certeza.
Postado por Yêda Marquez
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Leitura
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26
Fevereiro
2008
Durante o VIII Encontro de Educadores da Bacia do João Leite realizado no dia 30 de novembro de 2007, na Fazenda Santa Branca, foram distribuidos vários textos interessantes; entre êles selecionamos este de grande importância para o desenvolvimento da leitura na escola.
“As histórias que apelam para a nossa imaginação agem sobre nós como as que encantam as crianças, de tal forma que, se nem todo livro de adulto serve para menino, todo bom livro de criança serve para um adulto. O grande, o bom conto infantil é, portanto, o que vale igualmente para adultos”. Antonio Cândido
Se concordarmos em que a escola deve estar mais atenta ao desenvolvimento da maneira de pensar do que à memorização de conteúdos, devemos então admitir que sua função mais importante é propiciar ao aluno atividades que desenvolvam sua capacidade de raciocínio e argumentação, sua sensibilidade para a compreensão das múltiplas facetas da realidade. A escola, portanto, deveria ser, antes de tudo, um espaço para o exercício da liberdade de pensamento e expressão.
E se aceitarmos a idéia de que a literatura é uma forma particular de conhecimento da realidade, é uma certa maneira de ver o real, logo entenderemos que ela pode ajudar enormemente o professor nessa tarefa educacional, pois pode ser uma excelente porta de entrada para a reflexão sobre aspectos importantes do comportamento humano e da vida em sociedade, permitindo ainda o diálogo com outras áreas do conhecimento, como vem sendo proposto atualmente pelas novas diretrizes educacionais do país.
A literatura propicia a percepção de diferentes aspectos da realidade. Ela dá forma e experiência que, muitas vezes, são desconcertantes para o jovem leitor, ajudando-o a situar-se no mundo.
A boa literatura problematiza o mundo, tornando-o opaco e incitando à reflexão. É um desafio à sensibilidade do leitor, que assim se enriquece a cada leitura. A boa literatura não pretende oferecer modelos de comportamento nem receitas de felicidade; ao contrário, provoca o leitor, estimulando-o a tomar posição diante de certas questões vitais. Mas essa característica estimuladora da literatura pode ser anulada se, ao entrar na sala de aula, o texto for submetido a uma prática empobrecedora, que reduz sua potencialidade crítica.
O professor é o intermediário entre o texto e o aluno. Mas como leitor maduro e experiente, cabe ao professor a tarefa delicada de intervir e esconder-se ao mesmo tempo, permitindo que o aluno e o texto dialoguem o mais livremente possível. É só através desse diálogo que o potencial crítico da literatura pode se fazer sentir.
Por isso, o papel da escola em geral, e do professor de português, em particular, é muito importante. É só na escola que a esmagadora maioria dos nossos alunos entra em contato com a literatura pela primeira vez. Os livros indicados na escola são os primeiros exemplos de textos literários que os alunos lêem. Esse contrato inicial é decisivo para estimular ou não o gosto pela leitura, para desencadear ou não um processo fecundo de formação de leitores. Conforme o trabalho desenvolvido, depois de alguns anos podemos ter contribuído para formar leitores ou para afastar os alunos da literatura.
O aluno não deve ser intimado a concordar sempre com a interpretação do professor, não pode ter sua literatura totalmente dirigida. O texto literário não é um texto didático. Ele não tem uma resposta, não tem um significado que possa ser considerado correto. Ele é uma pergunta que admite várias respostas, dependendo da maturidade do leitor. Ele é um campo de possibilidades que desafia a inteligência de cada leitor individualmente.
Trabalhar o texto como se ele tivesse um significado objetivo e unívoco é trair a natureza da literatura e, o que é mais grave do ponto de vista educacional, é contrariar o próprio princípio que justificou a inclusão da literatura na escola, pois assim fazendo não estaremos dando ao aluno uma educação estética, que, por definição, não pode ser homogeneizada, massificada, despersonalizada. Sem a marca do leitor, nenhuma leitura é autêntica.
Por outro lado, esse equívoco metodológico tem conseqüências ainda mais funestas. A avaliação que não respeita as experiências pessoais do aluno no ato de ler acaba acentuando as diferenças culturais que existem entre alunos de diferentes níveis sociais. Os que são mais amparados do ponto de vista familiar e econômico, que têm mais convivência com objetos culturais, acabam obtendo os melhores resultados, desestimulando os menos favorecidos, que são justamente os que mais precisam da escola.
Se quisermos que a escola seja libertária e democrática, devemos repensar essa metodologia, que faz da aula de literatura uma fonte de frustração e desestímulo. O professor deve saber escolher bem os textos que indica, deve estar sempre receptivo à leitura dos alunos, deve incentivá-los a expressar suas idéias e valorizar seus esforços, conforme afirmou, há tanto tempo, o educador Célestin Freinet: “As crianças têm necessidade de pão, do pão do corpo e do pão do espírito, mas necessitam ainda mais do seu olhar, da sua voz, do seu pensamento e da sua promessa. Precisam sentir que encontraram, em você e na sua escola, a ressonância de falar com alguém que as escute, de escrever a alguém que as leia e as compreenda”.
Douglas Tufano
Dicas para o professor ensinar a gostar de ler
1. Transforme a leitura numa atividade livre. Sugira que em algum momento oportuno o aluno fale sobre o livro que leu ou escreva a respeito dele. É bom lembrar que essas atividades devem ser opcionais.
2. Evite livros simplificados, bobos, sem conteúdos. Se o texto, a temática é simples demais, pode desmotivar o aluno.
3. Selecione obras engraçadas, envolventes, dramáticas, independentemente do número de páginas ou de apresentar um vocabulário novo para o aluno.
4. Conheça as obras literárias do cantinho; assim você vai ajudar as crianças a enfrentar as dificuldades que elas apresentam.
5. Crie um horário de leitura em classe. Escolha para esse horário livros mais complicados.
6. Leia em voz alta para a turma, mesmo que seja só uma página, um capítulo. Crie expectativas! Desperte o prazer. Seduza o aluno!
7. Pode ser organizado junto com a turma, a roda de leitura, onde o aluno terá a oportunidade de tecer comentários, indicar e criticar a obra que leu.
8. Junto ao cantinho, deixe sempre materiais (sucatas selecionadas, papéis cortados, cola, lápis de cor, giz de cera, etc.) para que, a partir da leitura, o aluno crie atividades como: colagens, desenhos, fantoches, personagens para teatro de sombra, máscaras, etc.
9. A fim de que o aluno tenha contato com grandes autores e conheça vários gêneros literários e que faça diferenciação entre um romance e um conto, um livro de ficção científica e uma peça de teatro, vale selecionar uma obra por bimestre e dissecá-la através de relatórios e trabalhos sobre o texto e o autor.
“Se a criança não lê, é porque não estão lhe estão contando histórias ou não lhe estão apontando caminhos para o desfrute de bons e belos textos… literatura é arte, é prazer… que a escola encampe esse lado e deixe as cobranças didáticas para os departamento devidos. Uma das atividades mais significativas, mais abrangentes e mais suscitadoras de tantas outras, é a que decorre do ouvir e do ler uma boa história”. (Fanny Abromovich)
Postado por Yêda Marquez.
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Educação
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20
Fevereiro
2008
Washington Luiz Rodrigues Novaes nasceu em Vargem Grande do Sul, São Paulo, em 03 de junho de 1934; formou-se em direito pela Universidade de São Paulo e é jornalista profissional desde 1957. É casado com Virgínia e tem 4 filhos.
No jornalismo impresso foi repórter, editor e diretor de algumas das principais publicações brasileiras: Folha de São Paulo,O Estado de São Paulo, Jornal do Brasil, Correio da Manhã e Última Hora, além das revistas Visão e Veja.
Na televisão foi editor-chefe de jornalismo na TV Rio, editor-chefe do Globo Repórter (Rede Globo) e editor de economia do Jornal Nacional.
Como comentarista atuou nos programas “Globo Ecologia” (Rede Globo), “Vanguarda” (Rede Manchete), “Jornal da Noite” (Rede Bandeirantes) e telejornal da Rede OM.
Foi diretor do núcleo de documentários da TV Brasil Central de Goiânia, onde atuou como comentarista e diretor de documentários sobre Goiás e o Centro-Oeste.
Como produtor independente de TV, produziu, dirigiu e apresentou a série “Xingu a terra mágica” em 11 capítulos de 50 minutos cada, exibida pela TV Manchete (1985,1987,1992) e pela TV Cultura (2007),assim como em vários paises de todos os continentes e com vários prêmios nacionais e internacionais:(Medalha de Ouro no festival Mundial de TV - Seul, 1985 e Medalha de Ouro no Festival Mundial de Cinema e TV de Havana, 1990). Produziu e dirigiu as séries “Pantanal I e II” (1986) e “Kuarup” (1987).
Ganhou Medalha de Prata no Festival de Cinema e TV de Nova York com o documentário “Amazonas,a pátria da água” (1982).
Outros prêmios: Prêmio Rei da Espanha de Imprensa de 1990, pela série de artigos “A Amazônia e o fututo da humanidade”; o Golfinho de Ouro, da Secretaria de Cultura do Rio de Janeiro, em 1988, pela obra na TV; o Prêmio Esso Especial de Ecologia e Meio Ambiente (1992), pela série de artigos sobre a Eco-92, publicada no Jornal do Brasil, além de vários prêmios nacionais por programas produzidos para o Globo Repórter e pela versão brasileira da série “A era da incerteza”, exibida pela rede nacional de TVs educativa.
Tem vários livros publicados; entre eles “Xingu, uma flecha no coração” (Editora Brasiliense - 1985), “A quem pertence a informação” (Editora Vozes - 1997), “Xingu” (Editora Olivetti - 1985 ),”A Terra pede água” (Edição Sematec - 1992) e “A década do impasse” (Editora Estação Liberdade - 2002).
Tem outros livros publicados com outros autores: “Hélio Pellegrino -A-Deus” (Editora Vozes - 1989);”Informação e poder” (Editora Record - 1984); “TV ao vivo” (Editora Brasiliense - 1988); “Irã,a força de um povo e sua religião” (Editora Expressão e Cultura - 1979);”Índios no Brasil” (Ministério da Educação e do Desporto - 1994); “Meio Ambiente no século XXI” (Editora Sextante - 2003);”Brasil em questão - a Universidade e a eleição presidencial” (Editora UNB - 2003); “Saúde nos grandes aglomerados urbanos - uma visão integrada” (Organização Pan-americana de Saúde e Organização Mundial de Saúde - 2003).
Foi professor de documentários na Faculdade da Cidade (Rio de Janeiro) e na Universidade Federal de Goiás.
Foi secretário de Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia do Distrito Federal (1992).
Foi diretor geral do Instituto Dom Fernando, em Goiânia, onde desenvolveu projetos nas áreas de meio ambiente, desenvolvimento comunitário e de educação e cultura.
A partir de 1999 foi coordenador e presidente do júri em várias edições do FICA (Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental), na Cidade de Goiás, a convite do Governo do Estado.
Em 2007 produziu, dirigiu e apresentou a série “Xingu, a terra ameaçada” - o retorno às áreas xinguanas 20 anos depois do primeiro trabalho.
Atualmente é articulista dos jornais “O Estado de São Paulo”, “Jornal de Brasília”, “O Popular” (Goiânia) e consultor de jornalismo da TV Cultura (São Paulo), onde realizou a série de documentários “O desafio do lixo”, gravada em 19 paises e 9 estados brasileiros, exibida em junho de 2001. Realizou também o documentário “Primeiro mundo é aqui”, sobre biodiversidade, exibido em 2001, “A década da aflição”, sobre a Conferência Rio+10, “Cerrado Urgente” (2003) e “Biodiversidade - no rastro do cometa” (2004), sobre a biodiversidade na cidade de São Paulo e as consequências de sua perda.
É também supervisor e comentarista do programa semanal “Repórter Eco” e supervisor e debatedor do programa mensal “Biodebate”, além de comentarista do “Jornal da Cultura”.;
Tem trabalhado com consultor para o UNICEF, Nações Unidas (PNUD), Secretaria do Meio Ambiente de Goiânia, Coordenação da Diversidade Biológica, do Ministério do Meio Ambiente, e Comissão de Políticas de Desenvolvimento Sustentável e da Agenda 21 nacional, onde prepara a sistematização das propostas para a Agenda 21 brasileira.
Em outubro de 2003 seu nome foi dado à Escolinha do Saneamento (Saneago), forma encontrada pelo Governo do Estado para homenageá-lo pelo seu incansável trabalho em prol das questões ambientais.
Postado por Yêda Marquez.
escolinha
Escolinha de Saneamento
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18
Fevereiro
2008
Agora já temos onde levar pilhas,baterias e óleo de cozinha para reciclar!
Pilhas e baterias de celulares, de câmeras digitais, controle remoto e de relógios podem ser levadas a
qualquer agência do Banco Real e colocadas no Papa- pilhas que está disponível em todas as unidades do Banco Real.
Também já temos onde levar o óleo de cozinha usado: lojas do Supermercado Pão de Açúcar, que já recebem outros tipos de resíduos como papel, vidro, plástico e metal.
Não se esqueça:apenas 1 litro de óleo despejado no esgoto polui cerca de um milhão de litros de
água.
Depois que o óleo usado esfriar, ponha em uma garrafa plástica, se possível transparente. Tampe bem e deposite no coletor de lixo de cor marrom das lojas Pão de Açúcar.
Todo óleo de cozinha coletado será encaminhado pela cooperativa às empresas recicladoras, que o utilizarão como matéria-prima para a produção de biocombustível.
Se você quer ajudar mais, divulgue este e-mail para todos os seus contatos. Pegue folhetos informativos nas lojas Pão de Açúcar (de onde
foi retirado este texto) e distribua para vizinhos, amigos e parentes).
É assim que ajudamos a salvar o nosso planeta !
Postado por Yêda Marquez
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Educação
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14
Fevereiro
2008
Este é o nome do programa veiculado pela Rádio Difusora de Goiânia, produzido e apresentado pelo jornalista Emerson Kran, todos os sábados, das 13 às 14 horas.
No próximo dia 16 estará em debate a Barragem do João Leite, responsável pelo abastecimento de água em Goiânia, Trindade e Aparecida, até o ano de 2025.
Vale a pena ouvir pois cada programa trabalha uma pauta referente às questões ambientais, aprofundando as discussões e trazendo informações importantes para toda a comunidade.
E lembrem-se: a comunicação pode e deve ser um instrumento para as lutas populares.
Postado por: Yêda Marquez
escolinha
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14
Fevereiro
2008
Em função da grande demanda por parte dos interessados em visitar a Escolinha do Saneamento Jornalista Washington Novaes, estamos disponibilizando uma outra forma de agendamento além do telefone: um formulário próprio neste blog.
As escolas e associações que desejarem marcar visita, podem fazê-lo utilizando esse novo formato, bem mais ágil e eficiente.
Pedimos aos solicitantes que preencham com atenção o formulário para que possamos retornar a informação com a data prevista para a visita.
Atenção: entrem em contato o mais rápido possível pois estamos fechando a genda de 2008.
Esperamos vocês na Escolinha! Um abraço, Yêda Marquez
escolinha
Educação, Escolinha de Saneamento
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